Quero um amor sossegado. Alguém para me abraçar, assistir um filme, jogar baralho, viajar, conversar, contar o dia, fazer cafuné, dar apoio, confortar. Quero troca, carinho, respeito, cumplicidade. O amor é uma amizade sem inveja. É um sonho com realidade. É uma realidade sem photoshop. O amor é um abraço apertado, um olhar que se encontra, um silêncio que não incomoda, um barulho de onda, um gosto bom. Não tem serenata, mas tem bilhetinho dentro da bolsa. E rotina, cansaço, discussão, divergências de opinião. Mas, acima de tudo, tem paciência. E vontade.
Clarissa Corrêa (via find-wisdom)

(Source: bipolarefeliz)

“A gente se apaixona pelo cara que nos chama de linda da forma mais clichê mesmo. E quando se percebe, blau… Lá estamos nos, as fortes, centradas, maduras e inteligentes chamando o carinha de amor, meu amor, amorzinho. Por que mulher é bicho bobo mesmo e entende tudo errado mesmo quando ta tudo estampado na cara. Mas lá vamos nos, arriscar até o ultimo fio de cabelo que pode ficar branco de tanta preocupação. Afinal, já foi época em que nos preocupamos com futuro né? Se tudo der errado não há nada que três amigas juntas falando mal de homem e um bom brigadeiro não resolva. A gente supera. A gente sempre supera! Por que não importa se o cara foi o cara errado na hora certa ou o cara certo na hora errada, a gente é sempre a gente e nunca ta nem ai pra se é a hora ou não. Ainda bem, ou ainda não. Nunca saberemos, ou pelo menos eu, nunca saberei ao certo se isso é bom ou não. Se isso é pro meu bem ou não. Mas cansa calcular cada segundo de felicidade e programar cura pra cada minuto de choro. Tem que dar a cara a tapa mesmo, tem que se deixar levar mesmo, e se arrepender depois, é pouco perto de poder falar que sentiu aquele ’‘é esse” aquele “é ele” Mesmo que não seja. Mas se for….. Ah se for. Se for a gente planeja mais pra frente a casinha no campo com cerca branca, mesmo que no final a gente vá morar mesmo e em um apartamento três quartos com play pras crianças. Não importa. Nunca importou. Nem onde, nem quando, nem com quem. Só queremos ser amor. Só queremos ser todo amor que podemos. Ah! Mulheres…“
― FG.
Rotina, eu tô sempre te traindo, mas é você que eu amo.
― Tati Bernardi.
Quase nunca gosto de ninguém mas me peguei com medo de te perder. Quase nunca gosto desse termo “ter alguém” mas quis e quero você até seu ultimo fiozinho de cabelo que monopolizei, mesmo que só na minha mente. Quase sempre vejo o mundo como algo livre no qual as pessoas possam fugir, ou simplesmente ir, a hora que quisessem, sem deixar vestígios ou marcas umas nas outras. Dai, agora, quase sempre quero a marca das minhas unhas nas suas costas e a sua risada fazendo parte de toda a minha loucura. Eu que nunca quis ser de ninguém, ouso e faço cara de boba, toda vez que você me chama de minha, e meio que com vergonha e medo ando te chamando de meu por ai… mesmo que inconscientemente, ok? E olha que mistério: Eu que sou tão sua e te quero tão meu ainda sim penso em deixar tudo pra trás só por que não sei e nunca soube essa coisa de gostar de alguém. Da pra ser fácil? Da pra ser simples? Da pra simplesmente você deitar-se devezenquando aqui do meu lado e me olhar com essa carinha banal de “fica pra sempre comigo?” Por que eu fico. Nem precisa pedir. Eu fico!
― FG.
Aprendi também que por mais que você queira muito alguém, ninguém vale tanto à pena a ponto de você deixar de se querer.
― Tati Bernardi.
(sobre romances alheios…) “Saudade não mata, tortura.” Tai, sinto falta de você assim, do jeito que era só pra mim. Da forma como eu te olhava e sentia que podia ser quem eu quisesse a hora que quisesse. Sinto falta de sentir sua falta de coração aberto e não ter que esconder de ninguém. Falta dos abraços que se faziam infinitos enquanto estávamos perto um do outro. Faz falta. Da saudade. E é isso, tortura. Tortura saber que ninguém mais será assim pra mim. Mas acalma a certeza de que aonde quer que você esteja vai estar sempre dentro de mim. Por que doi esquecer, mas deixar partir, doí o dobro, e as vezes, é só isso mesmo, guardar num lugar mais bonito, chato que, devezenquando desmorona tudo. E no que da? Da na sua eterna menina boba lembrando o quanto não queria lembrar e me fazendo mais sua em cada sorriso que só sua falta me traz.
― FG.
Que ele esqueça, de vez em quando, seu lado egoísta, e lembre do meu. Que a gente brigue de ciúmes, porque ciúmes faz parte da paixão, e que faça as pazes rapidamente, porque paz faz parte
do amor. Quero ser lembrada em horários malucos, todos os horários, pra sempre. Quero ser criança, mulher, homem, et, megera, maluca e, ainda assim, olhada com total reconhecimento de território.
― Tati Bernardi (via masquemsabene)
E nem é medo de ficar pra titia não, além de ter cara de mais nova e ser bem nova, eu sou filha única. É vontade de sentir aquela coisinha misteriosa de “é esse!”. Como será sentir isso? Eu sempre sinto que “pode ser esse, ou talvez com algumas mudancinhas possa ser esse ou talvez se ele quisesse, poderia ser esse…”. Não, isso tá errado. Quero sentir que “é esse”.
Dizem que materializar os sonhos escrevendo ajuda, então lá vai: quero transar com beijo na boca profundo, olhos nos olhos, eu te amo e muita sacanagem, quero cineminha com encosto de ombro cheiroso, casar de branco, ser carregada no colo, filhos, casinha no campo com cerquinha branca, cachorro e caseiro bacana. Quero ouvir Chet Baker numa noite chuvosa e ter de um lado um livrinho na cabeceira da cama e do outro o homem que amo.
― Tati Bernardi.
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